Domingo, 15 de Setembro de 2013
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Estou sozinha outra vez. 4 anos depois, o mesmo sítio, os mesmos medos, os mesmos dilemas. Estou sozinha outra vez, a única companhia são as lágrimas, o medo, o desespero, a dor.

 

Odeio este sentimento. Não quero isto. Não quero isto. Repeti vezes sem conta, enquanto procurava algum alivio. Não quero isto... Por favor não quero isto. Todos os medos, todas as incertezas. Não quero isto, estou certa disso. Tenho um aperto no peito, um nó na garganta e uma avalance de incertezas.

Posso fugir? Posso! Porque não fujo? Porque não posso. Muitas vezes percebemos desde o ínicio que não estamos no sítio certo, que não pertencemos a lado nenhum ou que até podemos pertencer a todo o lado menos ali. Quero muito fugir. 

 

publicado por 4senses às 19:35
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Quinta-feira, 12 de Agosto de 2010

Li algures a frase, lembrei-me de nós e do quanto as coisas podem mudar.

Mais uma vez eu tenho que esperar para ver como vai ser e rezo todos os dias, todos para que fiques comigo e que esses malditos sonhos nao te levem nem te tirem de mim. Quero continuar a teu lado e sei que vai ser cada vez mais dificil e que nunca se vai tornar mais facil, nao consigo evitar o nó na garganta e as lagrimas que me enxaguam os olhos.

Quero completar as nossas duas primaveras e todos os verões do mundo. Nao te quero perder, por falta de tempo. Não te quero perder por nada deste mundo nem do outro.

E cada vez que o assunto passa por esse sonho teu o meu coraçao fica pequeno, tão pequeno, tão minusculo que tenho duvidas se continua a bater de tao apertado que o sinto.

Espero que bata sempre e para sempre e por ti. Espero que possa fazer parte desse sonho, espero que possamos sonhar juntos para sempre e sempre.

 

publicado por 4senses às 20:34
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Sábado, 31 de Julho de 2010

Hoje só quero dizer que te amo e que é para a vida

publicado por 4senses às 09:36
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Sexta-feira, 23 de Julho de 2010
nv

não me percebes. as lagrimas sao só minhas. os tremores também. os vomitos do nervoso que me atormenta. o nao aguentar. o tu nao estares e ires embora exactamente quando mais preciso.

só quero chorar, mas nem isso, a garganta está seca e quem sabe se os olhos não o estarão, choro com as unicas lagrimas que tenho que sao as do coração.

nunca pensei chegar até aqui, nunca pensei chegar até aqui. nunca.

nunca pensei que afinal ainda existissem lagrimas e que eu ja nao as pudesse controlar, ja nao as limpo. talvez seja melhor assim. talvez eu nao aguente mesmo e tenha que chorar. talvez.

porque eu so precisava de uma certeza.

mas eu nao tenho certeza nenhuma. tenho um nó na garganta e um medo de te perder que está no meu corpo todo, a cada tremor a cada pulsação. enquanto dormes eu morro por dentro, vou hidratando e desidratando os meus olhos a medida que os pensamentos me passam pela cabeça. a força que não tenho, a coragem que perdi dizem adeus e mostram-me o que estou a perder. a garganta continua seca e eu tenho medo, muito medo. e se amanha não estiveres?

enquanto tu dormes o meu rosto encharca-se em lagrimas, aquelas que eu achei já não ter, o nó na garganta é cada vez mais apertado e só consigo pensar naquilo que me deixou assim, nas pessoas que são parte destas lagrimas e nas que as aplaudem com vigor e prazer. odeio-vos. odeio-vos e nao posso deixar que me tirem o que mais amo. nao posso. amo-te

nao aguento, nao aguento.

publicado por 4senses às 23:41
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Terça-feira, 15 de Junho de 2010
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Não é este o tempo, nem é este o lugar onde quero estar.

Quero estar longe, insaciavelmente longe,não de ti, nunca de ti. Mas faltam-me os meus dias sem ti e até mesmo os contigo que começam a escassear, a única coisa que não falta são os medos e as inseguranças.

 

Quero-me ir embora e ficar longe de todos, mas contigo ainda que longe. Quero puder ter saudades de tudo, sem ter medo das lagrimas de que vão cair e sem ter de pensar em quem está a ver. Quero aquela praia deserta, onde o sal das lagrimas e o sal do mar tão bem se conjugam. Quero ter saudades de todas as pessoas, das certas e das erradas.

 

Quero o mar como fundo e o toque da areia molhada nas minhas mãos, quero sentir a força e o conforto.

Quero não estar aqui, quero que o relógio marque outra hora e o calendário outra data. Quero fugir. Quero fumar um cigarro, não por vicio mas porque sim, quero lembrar-me do que está errado. Não me quero esquecer do certo. Quero descansar por muito tempo, o tempo que o mundo não tem para mim. Mas preciso de um novo tempo, de um novo lugar. Amo-te. A cada minuto que passa,a cada palavra escrita fica mais a certeza que é só este o tempo que tenho.

Quero está só, sem ninguém para ver ou ouvir. Porque?

Desculpa. Preciso de fugir, preciso. Preciso. Preciso.

 

Desculpa. Desculpa. Desculpa. Desculpa. Desculpa. Desculpa.

 

Desculpa

publicado por 4senses às 20:25
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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010
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Hoje achei por bem perguntar-te se ficavas bem, eu sabia a resposta e também sabia que não ia de acordo com o que me ias dizer. Tinha saudades de te puder dizer a verdade e tu perceberes que tinhas que seguir em frente. Agora as minhas palavras ja nao te dizem nada, queres correr por essa estrada sozinha e eu recuso-me a ir atras de ti.

Ainda sonhas com o mesmo que eu ou já nao temos nada em comum?

Mostraste-me coisas que nunca vi, deste-me parte da tua vida e ainda assim a rotina maldita e o tempo que passamos longe tiraram-nos o que mais tinhamos de precioso.

As vezes perguntam-me por ti, onde estás , com quem estás, o que fazes... Eu não sei e isso deixa as pessoas confusas. Se eu não sei quem saberá? Ninguem talvez.

Por isso pergunto : Ficas bem? Estás bem?

Quem é que toma conta de ti agora? Quem é que está contigo agora...

Espero que esteja alguem e que nao estejas só. Eu um dia fiquei de voltar, agora nem tempo para respirar tenho, mas ainda ha a esperança de mais tempo, mais sonhos e verdades.

E agora saio daqui com medo, muito medo do que me espera do outro lado. Mas não posso mudar isso.

 

 

publicado por 4senses às 15:56
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Segunda-feira, 10 de Maio de 2010
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O que tu não sabes é que, o que mais me faz feliz és tu.

 

Que são os teus olhos e sorriso que me fazem acreditar.

Eu não preciso de mais nada,nem dos presentes, nem dos milhões de fotografias que todos os namorados tiram juntos, nem das maiores declarações do mundo.

 

Preciso de ti e dessa certeza.

Mas eu não sei dessa certeza, nem tu, tomara que assim fosse.

Apercebi-me rapidamente que era o incerto da vida que me assustava, a ideia de que a certeza de hoje não tinha qualquer valor amanhã, isso assustava-me.

 De repente sonhei com o "para sempre", e com as histórias de amor que nunca acreditei( ou achei mais seguro e viavél nunca acreditar). Mas eu quero que desta vez seja diferente. Infelizmente tenho medo. Todos os dias tenho medo.

 

"E se tu vens amanhã eu começo a ser feliz hoje". O mesmo posso dizer "e se existe a possibilidade de não vires amanha, eu começo a sofrer hoje".

 

 

publicado por 4senses às 20:48
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